O Atelier Gaia é um espaço de artes, criação, formação, convivência, liberdade e saúde, vinculado ao Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea e integrado por artistas usuários da rede de saúde mental, são eles: André Bastos, Arlindo Oliveira, Clovis Aparecido, Leonardo Lobão, Luiz Carlos Marques, Jane Almendra, Patrícia Ruth, Pedro Mota, Victor Alexandre, Rogéria Barbosa e Sebastião Swayzzer.

 

O espaço é gerido coletivamente pelos artistas com o apoio e acompanhamento da curadoria geral e pedagógica do Museu.

O Museu, através do programa desenvolvido para o Atelier Gaia, estimula a prática artística e profissional de seus participantes e busca apoiar o ingresso de seus artistas no circuito da arte, além de ampliar o diálogo, convívio e a participação nas ações desenvolvidas pelo Museu.

 

De um modo crítico e singular, do corpo ao território, dos fluxos às redes, as relações estabelecidas continuamente com e entre os artistas do Atelier despertam uma investigação de caminhos possíveis para ir além, considerando complexidades e subjetividades e rompendo com uma série de estigmas atribuídos aos usuários da rede de saúde mental.

 

Com o aumento da visibilidade dos trabalhos produzidos no atelier, oferecemos um subsídio rentável para a compra de materiais de uso coletivo e gerar renda para os artistas, que possuem absoluta autonomia e gerência sobre suas produções.

No Museu Bispo do Rosario, os artistas vinculados ao Atelier Gaia participaram das exposições Play, curadoria de Marta Mestre e Fernanda Pequeno (2013) Sobrevivências: Sobre Vivências, com curadoria de Ricardo Resende (2017); Quilombo do Rosario, curadoria de Roberto Conduru (2018);Utopias: A Vida para Todos os Tempos e Glória, curadoria de Diana Kolker e Ricardo Resende (2019).

Os Artistas do Gaia também participaram de diversas exposições externas, desde as mais antigas no Museu de Belas Artes nos anos 90, com Leonardo Lobão e Patrícia Ruth, até as mais recentes como O Rio dos Navegantes, com curadoria de Fernanda Terra, Marcelo Campos e Pollyana Quintela, no Museu de Arte do Rio (2019); Constelar, com curadoria de Marcelo Campos, na Instituição Pro-Saber (2017), Exposição Lugares do Delírio, curadoria de Tania Rivera, no Museu de Arte do Rio (2017) e no SESC Pompeia (2018), entre outras.

Também participaram de eventos e apresentações em parceria com universidades como à Veiga de Almeida, Estácio de Sá e UERJ. O Museu de Artes do Rio possui em seu acervo obras de Arlindo, Clovis e Luiz Carlos Marques, doadas pela curadora Tania Rivera. O Museu Afro em São Paulo possui obras de Arlindo. A Galeria Estação, de São Paulo também possui em seu acervo obras Clovis. Recentemente, Pedro Mota, um dos artistas integrantes teve sua obra estampando a coleção da marca de roupas paulista Psicotrópica.

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